Armadilha bloqueava a entrada de invasores na Pirâmide de Gizé




Ao que tudo indica, a câmara funerária do faraó Quéops, no interior da Grande Pirâmide de Gizé, ainda não revelou todos os seus segredos. No episódio mais recente da série de divulgação científica Unearthed, do Science Channel, o egiptólogo Mark Lehner discute ranhuras presentes na entrada da câmara. Ao que parece, elas serviriam como “trilhos” para que blocos de granito escorregassem e bloqueassem a passagem, impedindo a entrada de invasores – caso eles conseguissem chegar até aquele ponto, o que por si só não era tarefa fácil.

O mecanismo, claro, não funcionou para sempre. Em algum ponto entre a morte de Quéops e o declínio do período conhecido como Antigo Império, há quase 4.000 anos, a múmia do imperador sumiu. Restou seu sarcófago, vermelho e confeccionado em granito.

O interior das estruturas milenares ainda é um mistério. O projeto Scan Pyramids pretende usar radiação infravermelha para até o final de 2016 ter uma ideia melhor das câmaras, salas e corredores dos monumentos sem causar danos físicos.

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